A aviação executiva no Brasil tem apresentado uma crescente demanda desde o ano passado, apesar do cenário de crise mundial.  O país é o segundo em número de aeronaves, conforme apontam dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag).

Embora fatores econômicos impactem o setor, a tendência é de que mais e mais pessoas e empresas optem por voar em aeronaves executivas, seja pela eficiência, seja pelo conforto ou pelo momento de pandemia em que estamos vivendo, no qual, os voos executivos se mostram mais seguros do que na aviação comercial. 

O modelo de compartilhamento de aeronaves, em que a Avantto, empresa de mobilidade aérea privada, é pioneira no setor, pode aquecer essa demanda. Nesse formato, o cliente adquire uma participação em uma aeronave, pagando uma porcentagem do valor total da máquina e, assim, pode utilizá-la em um determinado número de horas por mês.  

O movimento da economia colaborativa tem ganhado força nos últimos anos e promove o acesso a bens e serviços de forma compartilhada. Saímos da era de posse (ter) para a era da experiência (ser), conceito que permeia o propósito da Avantto, segundo explica o CEO da companhia, Rogério Andrade.

Fonte: RevistaFlap 29/05/2021

 

 

  : aviacao-executiva, brasil