O volume de operações de compra e venda de aeronaves executivas está em alta no Brasil.

Não só no agronegócio, que vem registrando ótimos resultados nos últimos anos, mas em vários segmentos da economia, pois a pandemia não apenas reduziu a malha aérea oferecida pelas companhias aéreas comerciais, como criou um temor entre os executivos de aglomerações e outros riscos de contágio embutidos nos embarques em voos convencionais regularmente. 

“Temos visto um grande volume de compras e vendas aqui mesmo no Brasil e também de importação de aeronaves, aquecendo o mercado de usados”, disse André Bernstein, diretor da Solojet Aviação.

Segundo ele, a alta do dólar reduziu a capacidade de compra de aeronaves para o cliente brasileiro.

“Com o dólar acima de R$ 5 reais, o comprador sabe que precisa do avião, porque os negócios continuam demandando, mas tem que fazer novas escolhas”, disse Bernstein. 

O executivo disse que o compartilhamento de aeronaves também está sendo considerado uma ótima alternativa para quem voa menos horas ao ano.

“Até 150 horas por ano vale a pena comprar uma aeronave com outros sócios e dividir não só os custos de aquisição como os de manutenção”, explica o diretor da Solojet Aviação.

Fonte: Aeroflap 18/02/2021

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